Dobradinha na TV
Nesse fim de semana estarei participando de aulas na TV, no sábado à tarde, numa promoção do CDF Colégio e Curso, a aula será na TV Universitária, ja na TV União, as aulas serão no sábado e domingo a partir das 19h, dentro do projeto do vereador Luis Carlos, a TV União é o canal 22 da Cabo.
Escrito por François às 01h40
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História do RN - Parte I
História do Rio Grande do Norte 1 - A História do Rio Grande do Norte no contexto da História Regional e da História do Brasil. 2 - O ponto estratégico em vários momentos da História do Brasil. 3 - Os primeiros contatos dos europeus com as terras do Rio Grande. 3.1 - Os espanhóis - antes de Cabral. 3.2 - Os portugueses - O marco de Touros - 1501. 3.3 - Os franceses - Contrabandistas de pau-brasil. 4 - A tentativa de colonização na época das capitanias hereditárias. Em 1536, o rei de Portugal, D. João III, divide o Brasil em Capitanias Hereditárias como forma de garantir a posse da terra brasileira que estva sendo ameaçada pelos franceses que viviam no litoral explorando pau-brasil. A Capitania Hereditária do Rio Grande foi doada a João de Barros e Aires da Cunha que tentaram colonizá-la, mas a reação indígena impediu que se concretizasse os objetivos dos colonizadores. 5 - Por volta de 1570, houve a reversão da Capitania, que devido ao abandono, passou para a Coroa Portuguesa, mediante indenização paga aos herdeiros dos donatários. Foi na condição de Capitania da Coroa Portuguesa que o Rio Grande foi colonizado, no período da União das Coroas Ibéricas (1580-1640). Obs: A União das Coroas Ibéricas (1580-1640) 6 - O plano do rei espanhol Felipe II de expulsar os franceses que estavam no litoral do Nordeste começou com a conquista da Paraíba (1585). 7 - A organização da expedição da conquista 7.1 - Manuel de Mascarenhas Homem - _____________________ auxiliado por Jerônimo de Albuquerque (___________________________________________) e Feliciano Coelho, capitão-mor da Paraíba. 7.2 - Fundação do Forte dos Reis Magos 7.3 - Fundação de Natal 8 - As importâncias da conquista do Rio Grande: a) Garante para Portugal a posse da terra. b) Possibilita a conquista do restante do Norte e Nordeste do Brasil.
Escrito por François às 21h00
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Unificações tardias
Clique no link abaixo e veja os slides referentes às unificações da Itália e Alemanha http://www.authorstream.com/presentation/marcosgdantas-85867-unifica-alem-italiana-education-ppt-powerpoint/
Escrito por François às 08h21
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Aulão com o Prof. Sérgio Nogueira
Sábado, 26 de outubro, tive a oportunidade de participar de um aulão para o ENEM, promovido pelo IESDE e com o apoio da UnP e Governo do Estado do Rio Grande do Norte. O aulão teve uma proposta bastante interessante e inovadora, pois colocou no palco professores de diferentes disciplinas, trabalhando conteúdos de forma interdisciplinar. Ao todo, mais de 4000 alunos de diferentes escolas se fizeram presentes. O aulão foi encerrado com a presença especialíssima do professor Sérgio Nogueira, do Soletrando, da Rede Globo. Quem foi, aprovou.
Escrito por François às 20h00
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A história da Base Aérea de Natal durante a Segunda Guerra
Nos dias 11, 18 e 19 de setembro o episódio será lembrado em um evento titulado "A Segunda Guerra Mundial em Natal: Memória e Oralidade" no campus Floriano Peixoto da UnP. Resultado da parceria entre a Universidade Potiguar, através do Curso de História, e a Fundação Rampa. A Base Aérea de Natal destaca-se pela posição geográfica, ponto decisivo para a sua escolha como apoio no período da Segunda Guerra, e por isso é parte muito importante na história da aviação mundial. O evento tem por objetivo socializar e disseminar o conhecimento histórico, por meio de palestras, exposição fotográfica virtual, depoimentos orais e visitas aos locais relacionados à Segunda Guerra Mundial em Natal. As inscrições podem ser realizadas no Laboratório do curso de História, e a taxa de 10 reais deve ser paga na Central de Atendimento do campus Floriano Peixoto. Mais informações sobre a programação nos telefones (84) 3215-1136 e 3215-1138. Fonte: UnP
Escrito por François às 19h58
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Bichinhos de pré - grupo do Yahoo
Pessoal, finalmente criei o nosso grupo virtual, o qual permitirá compartilharmos arquivos de forma mais dinâmica e eficiente. Quem quiser participar é só linkar e solicitar: http://br.groups.yahoo.com/group/bichinhosdepre/
Escrito por François às 08h36
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HEBREUS - tópicos abordados em sala de aula
Para os meus "bichinhos de pré", que me pediram um complemento sobre o assunto abordado essa semana, abaixo segue os principais tópicos sobre os hebreus. Até terça disponibilizarei a primeira lista de questões. Uma boa semana a todos. OS HEBREUS: • Atual ISRAEL ou PALESTINA; • Agricultores e pastores (Rio Jordão); • Principal fonte de estudo: Bíblia (Antigo Testamento); • Patriarcas: – Abraão – condução dos hebreus para Canaã (Monoteísmo – Iavé); – Isaac; – Jacó – 12 descendentes (12 tribos); – Migração para o Egito (posterior escravização); – Moisés – retirada dos hebreus do Egito (ÊXODO) e recondução à Canaã; ü 10 mandamentos; – Josué – chegada à Palestina (Jericó). • Juízes; – Líderes militares para combater os Filisteus; – Gideão, Sansão e Samuel; • Reis; – Unidade política das 12 tribos; – Saul; – Davi – vitória sobre filisteus, poderio militar, conquista de toda a Palestina (Jerusalém); – Salomão – auge, muito comércio, construções (Templo de Iavé), grandiosidade, altos impostos (descontentamento); – 926 a.C. – CISMA • 10 tribos – Norte – Jeroboão – Reino de Israel; • 2 tribos – Sul – Roboão – Reino de Judá • Enfraquecimento. • Conquistados pelos Assírios (Reino de Israel) e Babilônios (Reino de Judá); – Cativeiro da Babilônia; • 539 a.C. – Retorno à Palestina (libertados por Ciro – persa); – Fim do cativeiro da Babilônia; • 70 d.C. – expulsos da Palestina pelos Romanos (Diáspora); • Maior legado cultural: MONOTEÍSMO, base de 3 das maiores religiões monoteístas do mundo: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.
Escrito por François às 10h08
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MESOPOTÂMIA - RESUMO - parte III
MAGOS E MÉDICOS "Quando o Sol se puser, cobre a cabeça com tuas vestes e oculta a melancia selvagem que floresce sozinha no deserto. Na manhã seguinte, antes de o Sol se levantar, arranca-a do lugar, segurando-a pela raiz. Depois, dá a raiz para o doente comer e pega a pele de uma cabrita e enrola-a na cabeça do doente, para que a dor que está no corpo desse homem vá embora para nunca mais voltar”. Esse método de cura, recomendado pelos médicos da Mesopotâmia para a dor de cabeça, é uma mistura de medicina e magia. De fato, o médico realizava algumas práticas de magia, mas, ao mesmo tem-po, administrava um remédio extraído de um pro-duto natural (neste caso, a raiz da melancia). Os sumérios dispunham de um verdadeiro “arse-nal” de produtos para uso farmacêutico, que com-preendia cerca de quinhentos remédios (infusões, chás, ervas, poções e drogas diversas). HAMURABI, HOMEM DE GUERRA E DE PAZ Hamurabi era conhecido como “rei das Quatro Regiões”, o que, naquela época, significava rei de toda a Terra. Mas Hamurabi não herdou esse título, teve de conquistá-lo. Subiu ao trono ainda jovem, num período em que a Mesopotâmia era agitada por guerra contínuas, invasões e revoltas. Conse-guiu derrotar seus inimigos mais poderosos e tor-nou-se o único dominador da Mesopotâmia. Dedi-cou-se à organização do império que havia con-quistado pelas armas, mas que desejava governar em paz. Teve a lucidez de perceber que leis claras e com-preensíveis para todos consolidavam um império muito mais do que a força das armas. Por essa razão, ordenou que fossem reunidas em um códi-go, o Código de Hamurabi, as principais leis esta-belecidas por soberanos precedentes e as leis que ele mesmo ditou. Os 282 artigos desse código, gravado em placas de pedra, tratam de vários as-pectos da vida em sociedade: desde a dura lei de Talião – “olho por olho, dente por dente” –usada nos casos de crimes graves, até problemas de in-denização por danos provocados e questões relati-vas à família. A obra de Hamurabi não serviu apenas para or-denar as numerosas leis existentes no mundo me-sopotâmico, mas constitui um valioso documento para o conhecimento da civilização mesopotâmica. Fonte: Clio História
Escrito por François às 07h54
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MESOPOTÂMIA - RESUMO - parte II
SUMÉRIOS: OS PRIMEIROS “DONOS” DA ME-SOPOTÂMIA Devido à fertilidade da terra, a Mesopotâmia era visitada desde a pré-história por povos nômades, que lá se dedicavam à coleta de vegetais, à caça e à pesca. Esses povos migravam nos períodos de secas e enchentes e lutavam entre si, disputando as regiões mais ricas. Segundo registros arqueoló-gicos, o primeiro povo que se fixou na Mesopotâ-mia (derrotando os nômades e dedicando-se à agricultura) foram os sumérios. Provavelmente vindo da Ásia central, esse povo dominou a região entre 3500 a.C. e 2000 a.C. e se destacou por seus grandes feitos de engenharia, que lhe permitiram drenar pântanos e irrigar regiões secas, tornando possível o trabalho agrícola. O nome sumérios vem de “Sumer”, palavra que na língua desse povo quer dizer “sul” e refere-se à região da Mesopotâmia habitada por ele. O norte era chamado de Akkad e também chegou a abrigar cidades sumérias, embo-ra fosse freqüentemente invadido por povos semi-tas (acádios). De acordo com os arqueólogos, a primeira cidade suméria teria sido Eridu, no sul da Mesopotâmia. TRABALHO, COMÉRCIO E RIQUEZA NO PÂN-TANO VENCIDO Durante séculos, os sumérios construíram diques (reservatórios de água) e canais para irrigar e ferti-lizar as terras onde eles cultivavam árvores frutífe-ras (como a tamareira) e cereais (como a cevada, que servia para fazer pão e cerveja). Plantava-se também cânhamo, cujas fibras eram usadas para fazer roupas. Animais eram criados nos campos, e peixes nos diques. Essa fartura originou lendas como a do Paraíso terrestre (Jardim do Éden) a que se refere o livro do Gênese (Antigo Testamento), localizando-o entre os rios Tigre e Eufrates. Outra lenda bíblica oriunda da Mesopotâmia é a do dilúvio universal que consta nas tradições sumérias. Os agricultores sumérios conseguiam extrair da terra uma quantidade de produtos muito superior às suas necessidades. A parte excedente servia para sustentar os artesãos, os artistas, os conduto-res de caravanas e embarcações, os sacerdotes, os professores, os funcionários do palácio real, os soldados, o próprio rei e sua família. Com o desenvolvimento das cidades, os sumérios deixaram de basear sua economia exclusivamente na agricultura para se dedicarem ao comércio com outras regiões. Excedentes agrícolas e artesanato eram trocados por minérios, madeira e pedras de construção, produtos escassos na região. Ao longo dos rios navegavam grandes embarcações, en-quanto caravanas deslocavam-se pelas estradas, transportando produtos necessários para as gran-des cidades: Eridu, Uruk, Larsa, Nippur, Ur, Laga-sh. No total eram doze cidades-Estado, quase sempre lutando entre si pelo domínio das terras mais férteis. Além de serem excelentes engenhei-ros, os sumérios destacaram-se por usarem a roda nos transportes e por terem inventado a escrita, podendo-se afirmar que constituíram a primeira grande civilização da história. PARA FICAR “PERTO" DO CÉU Como a vida dos agricultores dependia inteira-mente dos elementos e dos fenômenos naturais, os sumérios, intimamente ligados à terra, acabaram por transformá-los em divindades. Anu era o deus do céu; Enlil, o deus do vento e das tempestades; Enki ou Ea, o deus da terra e da água e havia mui-tos outros deuses menores. Cada cidade tinha seu deus principal e em sua homenagem os sumérios construíam um magnífico templo, isolado no alto de uma colina, talvez para ficar mais “perto” do céu. Os templos da Mesopotâmia (zigurates) ti-nham uma forma característica “em degraus” : uma série de terraços superpostos, em cujo topo ficava o templo propriamente dito. O acesso ao templo se fazia por escadas. O zigurate era cercado de muralhas, que abrigavam também as casas dos sacerdotes, dos agricultores que lhes forneciam alimento, dos artistas que decoravam o templo com esculturas e dos “escribas”, que usavam uma espécie de “carimbo” com ponta triangular para imprimir tábuas de argila mole, que depois iam para um forno, para secar. Essas inscrições trian-gulares (escrita cuneiforme) eram um aperfeiçoa-mento da escrita suméria (que no início “desenha-va” os seres que queria representar): grupos de triângulos formavam palavras diferentes, conforme sua posição. Essas tábuas de argila seca formavam as bibliotecas e os arquivos de documentos oficiais (reunião de leis etc.). O templo servia ainda como observatório astronômico. Profundamente religiosos, os sumérios conside-ravam o rei o representante dos deuses. A morte do soberano era seguida por rituais de lamentação. O sepultamento era feito com grande pompa: o morto era enterrado com tudo o que lhe pertencera em vida (carros de guerra, jóias, armas, móveis etc.) e também com alimentos e bebidas para a vida no outro mundo. Como acontecia com os egíp-cios, freqüentemente um rei sumério era enterrado junto com seus servos e mulheres, que se sacrifi-cavam para acompanhá-lo. AS MEDIDAS E O CORPO HUMANO As necessidades práticas da agricultura, do arte-sanato e do comércio deter- I minaram o apareci-mento de um sistema, de medidas que, inventado pelos sumérios, passou, posteriormente, aos outros povos da Mesopotâmia e de todo o '.' mundo co-nhecido da época. As medidas de comprimento tornavam i como re-ferência o corpo humano: o pé; ; o palmo, que correspondia à largura,‘ de quatro dedos; o cúbito (correspondente a 7 palmos, ou seja, cerca de 50 ' cm), que era do tamanho do antebraço; a braça, que equivalia a 4 cúbitos. A distância entre uma localidade e outra não era medida em unidades lineares, mas em dias de via-gem. A unidade de superfície agrícola correspondia, teoricamente, à extensão de um campo que ; uma parelha de bois podia arar em uma': jornada de trabalho. Naturalmente, es-’, sa medida variava de um lugar para outro, dependendo do tipo de terre-no. NOVOS PERSONAGENS Já fazia mais de 1 000 anos que os sumérios prosperavam em sua terra quando toda a Mesopo-tâmia foi invadida por Sargão I, rei dos semitas (acádios), povo que viera do deserto sírio e se fixa-ra no norte da Mesopotâmia (Akkad), transferindo-se depois para a Mesopotâmia central, que passou a ser o principal reino semita, em constante guerra com os sumérios do sul. Entre os anos 2350 e 2300 a.C., Sargão I lançou as bases do primeiro império da história, que se estendia do mar Medi-terrâneo (mar Superior) ao golfo Pérsico (mar Infe-rior). Esse império durou três séculos e não alterou as características da civilização construída pelos sumérios. Os semitas eram de raça diferente da dos sumé-rios, falavam outra língua (o acádico) e até então tinham estado à margem do desenvolvimento eco-nômico e do progresso da região sul da Mesopotâ-mia. Com a conquista de Sargão I, os semitas tor-naram-se os novos “donos” da Mesopotâmia e o acádico passou a ser a língua mais difundida. Mas toda a cultura suméria (o que havia sido descober-to, construído, escrito e inventado pelos sumérios) passou a fazer parte desta nova civilização meso-potâmica. O ESPLENDOR DA BABILÔNIA Foi uma cidade "quase” suméria que iniciou a re-volta contra a dominação semítica: Babel ou Babi-lônia. Situava-se na região de Akkad e era habita-da por um povo semita (os amoritas, que falavam acádico), mas distava apenas cerca de 15 km da cidade suméria de Kish, ou seja, meio dia de via-gem a pé. A vizinhança e os séculos de convivência fizeram com que as culturas suméria e babilônica se tornassem bastante semelhantes. Entre 1728 e 1686 a.C., um grande rei, Hamurabi, fez da Babi-lônia a capital de um vasto império, que se esten-dia por toda a Mesopotâmia. Hamurabi começou por aliar-se a seus vizinhos semitas e sumérios para subjugar os assírios (povo do rio Tigre), do-minando depois seus aliados. Cerca de 1 000 anos depois, Nabucodonosor I estendeu o império babi-lônico à Palestina, costas do Mediterrâneo, Síria e Arábia. A Babilônia tornou-se a cidade mais rica da Antiguidade, além de ser venerada como “cidade santa”. Essa prerrogativa foi-lhe concedida quando o rei Hamurabi proclamou que Marduk e Ishtar, o deus e a deusa protetores da cidade, eram superio-res aos demais deuses da região. AS MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO A Babilônia ficava na margem direita do rio Eu-frates. Na época de seu máximo esplendor, no reinado de Nabucodonosor II (604-562 a.C.), a cidade já se estendia também pela margem es-querda. Para ligar as duas margens do rio constru-iu-se uma ponte de madeira sustentada por cerca de cem grandes pilares de tijolo. A planta da cida-de era quadrangular e as 25 ruas principais cruza-vam-se em ângulo reto, formando os quarteirões urbanos. A Torre de Babel, zigurate dedicado ao deus Marduk (e referido na própria Bíblia), domi-nava toda a cidade. Tinha uma base quadrada de 100 m de lado e se elevava por outros 100 m, com sete enormes degraus de cores diferentes. No a)to ficava o templo, que, segundo a lenda, tinha telha-do de ouro. Eram também importantes a via Sacra (avenida das Procissões), a porta de Ishtar e os jardins sus-pensos, considerados uma das sete maravilhas do mundo antigo. A Babilônia era, em resumo, uma ilha de luxo e de felicidade na Mesopotâmia. Mas um cinturão de muralhas e um fosso profundo ad-vertiam que a grande cidade estava cercada de inimigos prontos a atacá-la e submetê-la. UM POVO GUERREIRO Durante a dominação suméria, a Assíria era uma região pobre, isolada entre o rio Tigre e as monta-nhas do norte da Mesopotâmia. A principal cidade dessa região era Assur, cujo nome era uma home-nagem ao principal deus assírio. Depois da queda dos babilônios, que praticamente haviam escravi-zado os assírios, a Assíria passou para o domínio do reino Mitani (dos hurritas, povo que veio da Ásia central). Mas logo obteve apoio dos egípcios para rebelar-se contra a dominação mitânica e construir uma nação autônoma. Os assírios acabaram pas-sando para a história com a fama de guerreiros sanguinários, cujo nome era suficiente para incutir terror às populações. Sua força militar era extraor-dinária: empregavam carros de guerra, cavalaria e, a partir de 1200 a.C., armas de ferro. Como os babilônios, também os assírios conhe-ceram o esplendor e a decadência. Tiveram o pri-meiro período de glória entre 1800 e 1300 a.C., quando se formou o primeiro reino assírio; o se-gundo começou depois do declínio da Babilônia de Hamurabi (que foi dominada pelos cassitas, povo que introduziu o cavalo na região e que acabou assimilando ' a cultura babilônica, embora seu do-mínio sobre a Mesopotâmia tenha sido curto). O terceiro período de glória começou em 750 a.C., quando todo o mundo civilizado ficou sob domínio assírio. A cultura assíria fundiu-se nesse período com a civilização mesopotâmica (chamada então de assírio-babilônica). GRANDES MATEMÁTICOS Herdeiros dos sumérios, os sábios assírios a-prenderam a secreta e mágica arte dos números e dos cálculos de tempo, observando a regularidade dos fenômenos astronômicos e o ciclo das esta-ções. Descobriram também o valor da posição dos algarismos (podemos escrever 32 e 23 usando os mesmos algarismos – 2 e 3 –, mas a posição de um e de outro nos dois números indica quantidades diferentes) e chegaram a resolver cálculos comple-xos de matemática e geometria. O sistema de cál-culo dos assírios era duplo: havia o de base deci-mal (como o nosso) e o de base sexagesimal (a hora, por exemplo, equivale a 60 minutos). ASTRÔNOMOS E ADIVINHOS Os babilônios e, depois, os assírios aprenderam dos sumérios a antiqüíssima arte de estudar a in-fluência dos astros (astrologia). Para os sumérios essa prática relacionava-se aos benefícios que os astros podiam eventualmente trazer à agricultura, enquanto para os babilônios e assírios tinha um objetivo mágico. Os babilônios e os assírios acredi-tavam que os astros podiam influenciar o destino dos homens e investigaram os possíveis efeitos de seus movimentos sobre a vida. Essa prática foi responsável por sua reputação, em todo o mundo antigo, de bons astrólogos e adivinhos. Por outro lado, fizeram progressos notáveis na ciência que hoje chamamos de astronomia. Conseguiram pre-ver os eclipses da Lua e do Sol, calcular as órbitas de vários planetas, e descobrir os principais agru-pamentos de estrelas (que hoje chamamos conste-lações). Fonte: Clio História
Escrito por François às 07h54
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MESOPOTÂMIA - RESUMO - parte I
MESOPOTÂMIA Construir diques para conter as águas dos rios durante as cheias; escavar canais para que a água possa ser levada aos campos; erguer represas e barragens para formar reservatórios que abaste-çam populações e culturas agrícolas durante os meses de seca; manter em funcionamento o siste-ma de irrigação. Eis a grande obra de camponeses e de técnicos que transformaram a árida Mesopo-tâmia do norte e a pantanosa Mesopotâmia do sul em um grande jardim. Um jardim onde diversos povos, sucessivamente, construíram uma civiliza-ção que permaneceu viva por cerca de 3 500 anos. O próprio livro do Gênese, do Antigo Testamento, sugere que o jardim do Éden (o lendário Paraíso terrestre) ficava na Mesopotâmia. COMEÇA A HISTÓRIA Uma região do Oriente Médio – a Mesopotâmia – foi habitada desde o final da Idade da Pedra (quar-to milênio antes de Cristo) por importantes civiliza-ções (sumérios, babilônios e assírios, por exemplo) que nos legaram grandes conquistas e descober-tas: o uso da roda nos transportes, a divisão do ano em doze meses, a do círculo em 360º etc. Devemos também às civilizações da Mesopotâmia uma conquista ainda mais importante: a invenção da escrita (obra dos sumérios, depois aperfeiçoada pelos fenícios, povo vizinho da Mesopotâmia). Isso foi decisivo para a humanidade: com a escrita, teve início a história, pois os homens passaram a regis-trar os acontecimentos. Assim, foi possível recons-tituir a história documentada pelos povos que vive-ram muito antes de nós, através do trabalho de arqueólogos e de estudiosos ocupados em decifrar os antigos sistemas de escrita. No começo, a escri-ta suméria representava seres e objetos por dese-nhos simplificados (pictogramas). FÉRTIL ‘TERRA ENTRE RIOS” O mapa mostra a posição da Mesopotâmia em relação às outras regiões do Oriente Médio. Atual-mente, quase toda região pertence ao Iraque, en-quanto as zonas periféricas se espalham pela Síria, pela Turquia e pelo Irã. Periodicamente dois grandes rios – o Eufrates, a oeste, e o Tigre, a leste – inundam essas terras, tornando-as férteis. Graças a esses rios, a região tomou o nome de Mesopotâmia, que significa: “ter-ra entre rios”. Aos olhos dos homens que já haviam feito a revolução agrícola e se deslocavam em bus-ca de terras cultiváveis, a Mesopotâmia devia pare-cer uma região favorável; uma terra difícil, mas que oferecia os recursos necessários a seu aprovei-tamento. Ali era possível plantar, caçar, pescar e navegar nos rios. A HISTÓRIA DE UM ESFORÇO MILENAR A história da Mesopotâmia está repleta de sobe-ranos ilustres, de cidades majestosas e de grandes impérios, mas é, sobretudo, uma história de gran-des trabalhos coletivos, de um esforço milenar de milhares de homens para controlar as águas dos rios e tornar férteis as terras ' da região. Na prima-vera, o Tigre e o Eufrates estavam, como ainda hoje, sujeitos a grandes cheias. Quando logo após a enchente de um deles ocorre a cheia do outro, as conseqüências são, ainda hoje, desastrosas: inun-dações arrastam e submergem tudo. No verão, porém, o sol escaldante (entre julho e agosto a temperatura alcança até 50ºC) provoca períodos de grandes secas. Na Antiguidade, as zonas cultiváveis da Mesopo-tâmia e de suas vizinhanças se estendiam da foz do rio Nilo até a do Eufrates, formando uma meia-lua; por isso, aquela região passou a ser conhecida como “o Crescente Fértil”, que abrigaria imponen-tes cidades, sedes de próspera atividade comercial. O PROBLEMA DAS DATAS Os sumérios, povo que habitou a Mesopotâmia desde o ano 3200 a.C., jd dividiam o ano em 365 dias de 24 horas cada, de uma forma parecida com a atual (isto é, o equivalente ao tempo que Terra demora para dar uma volta completa em torno do Sol); o ano tinha doze meses, e a semana, sete dias. Normalmente, calendários sumérios, egípcios e de outros povos antigos baseavam-se em obser-vações astronômicas assinalavam como datas-base acontecimentos míticos (batalhas lendárias etc.). Como nós “traduzimos” para o nosso calendário os diversos calendários dos povos antigos? Através das referências que esses povos faziam a fatos astronômicos. Os sumérios diziam, por exemplo: “no ano 1381, a estrela Sirius surge paralela ao Sol, que esta encoberto pela Lua”. Com base nes-ses dados, os astrônomos atuais têm condições de calcular quando, de acordo com o nosso calendário, houve um eclipse do Sol simultâneo com o apare-cimento da estrela Sirius. O próprio calendário cristão (aperfeiçoamento do calendário sumério, usado por nós) tem como ponto de partida (ano I) uma outra data envolta em mitos: o nascimento de Cristo (as datas anteriores a esse fato são seguidas da abreviação a.C. – antes de Cristo; as posterio-res, da abreviação d.C.– depois de Cristo). Já o calendário dos judeus (herdado dos sumérios, e ainda hoje usado) tem como data-base a lendária passagem de Moisés pelo deserto do Sinai. Assim, enquanto o calendário cristão está no ano 1988 d.C., o dos judeus está no ano 5748. Fonte: Clio História
Escrito por François às 07h52
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Egito - resumo
A dica que deixo hoje para os meus "bichinhos de pré", maneira carinhosa como me refiro aos alunos do pré-vestibular é o resumo sobre o Egito antigo, que pode ser acessado ao clicar no link abaixo. O portal Klick educação, sem dúvida é uma grande sacada nesse ano de luta. http://www.klickeducacao.com.br/2006/conteudo/pagina/0,6313,POR-1283-,00.html
Escrito por François às 07h42
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E O ISOLADO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA?
Devido ao excelente índice de aprovação da nossa turma de História e Geografia ano passado, vários alunos, muitos dos quais indicados pelos nossos próprios ex-alunos, tem nos questionado se não funcionaremos esse ano no prédio da Candelária. Bom, tive uma reunião ontem com o professor Nadson, onde traçamos algumas metas para esse ano e até o próximo dia 20, publicarei aqui mesmo no blog o local, horários e preços do nosso isolado. Aguardem novidades.
Escrito por François às 08h50
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Mais um curso concluído, tô só começando...
Essa semana tive a satisfação de concluir mais um curso, que para mim é uma aposta futura. Conclui o TTI - técnico de transações imobiliárias e já dei entrada, junto ao CRECI, em poucos dias poderei atuar também como corretor. Já trabalhei em diversas funções, dentre elas, vendedor, gerente de loja, almoxarife, camelô, árbitro de voleibol, técnico em construção civil, relações públicas. Confesso que várias vezes não gostava muito da função, mas sempre procurei fazê-la com boa vontade, até que surgisse algo melhor. Antes que me questionem se vou deixar a educação, não mesmo. Embora tenha voltado a UFRN com o objetivo de concluir administração, sigo firme e forte com o meu propósito de me tornar um professor cada vez melhor. O que me instiga a buscar uma formação diversa é o próprio mercado, que mostra a necessidade de desenvolvermos diversas habilidades.
Escrito por François às 08h45
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Após mais um tropeço, Vilar cai no América
E o treinador do América, Marcelo Vilar, não resistiu à pífia atuação do seu time diante do líder Santa Cruz e foi demitido. Diante de um time fraco, mas bem arrumado, o América não teve competência para chegar com perigo ao ataque e ainda viu o Santa Cruz abrir o placar, permanecendo na frente do marcador até os acréscimos, quando Berg conseguiu o empate. Diferente de outros momentos, o América até contratou bons jogadores, mas o treinador não conseguiu dar um padrão de jogo ao time, no meio de campo há um buraco e o time não tem compactação. Eu havia comentado com amigos que o jogo contra o Alecrim não deveria servir de parâmetro, tendo em vista que o mesmo é um time semi-amador. Resta saber se o América vai investir pesado na contratação de um treinador, ou vai trazer mais um técnico barato.
Escrito por François às 22h28
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Sites interessantes para o vestibulando
No aulão de hoje, no CDF Princesa Isabel, sugeri alguns sites como ferramentas úteis na caminhada rumo ao vestibular. Conforme combinado, abaixo estão os links dos mesmos: www.mundovestibular.com.br www.historianet.com.br www.comvest.unicamp.br www.terra.com.br/voltaire www.klickeducacao.com.br www.historychannel.com (americano, excelente para quem tem uma boa leitura em inglês) www.tribunadonorte.com.br (acessar a coleção de História do RN) Em breve, aqui mesmo no blog, disponibilizarei resumos a aprofundamentos das matérias, na medida em que as mesma forem sendo ministradas em sala. Um ótimo fim de semana a você, caro leitor e aluno.
Escrito por François às 15h58
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